Espinhas, manchas, vermelhidão ou uma pinta que preocupa? A Dra. Stephanie investiga por dentro o que aparece na sua pele e monta o tratamento e a rotina de skincare feitos para você.
Dra. Stephanie Mansan
MÉDICACRM-SP 243253
Agendar consulta pelo WhatsAppNenhuma queixa de pele é boba: se algo na sua pele incomoda você, isso já é motivo para uma consulta. E você não precisa saber o que tem, porque a investigação começa pelo que você nota.
Você tem espinhas e cravos que vão e voltam, às vezes espinhas internas que doem, e já evita fotos ou não sai de casa sem maquiagem por causa delas.
Você nota manchas escuras no rosto, que pioram com o sol e o calor, ou as marcas que as espinhas deixaram, e usa uma base cada vez mais grossa para disfarçar.
O seu rosto fica vermelho e arde com o sol, o calor ou uma comida apimentada, surgem bolinhas que parecem espinhas, e quase todo produto irrita a sua pele.
A sua pele, ou a do seu filho, é seca, coça sem parar e fica irritada, e as crises já fizeram você correr ao pronto-socorro mais de uma vez.
Você tem placas de pele vermelha, cobertas por cascas brancas, quase prateadas, no corpo ou no couro cabeludo, que não saram com nada e voltam.
Você notou uma pinta que cresceu, escureceu ou mudou de aparência, e a dúvida não sai da sua cabeça, ou quer examinar todas as suas pintas de uma vez.
A pele mostra o que acontece por dentro.
Para a Dra. Stephanie, a pele é um dos primeiros sinais de que algo não vai bem na saúde, na rotina ou na vida. Um período de estresse ou de luto, uma rotina desajustada e sem exercício, uma alteração nos hormônios, uma inflamação no organismo, a resistência à insulina: tudo isso pode se refletir na pele. Cuidar da pele, portanto, não é futilidade. Boa parte das doenças dá sinais na pele, das alterações do metabolismo a infecções como a sífilis e a hanseníase.
Na consulta, ela examina a lesão com todo o cuidado, mas não para nela: procura também o gatilho que está levando ao problema. Esse gatilho muda de um problema para outro. Na acne, podem pesar os hormônios, como nos ovários policísticos, e a resistência à insulina. No melasma, os hormônios, o sol e o calor. Na rosácea, o sol, o calor, a comida apimentada e os produtos que agridem a pele. Na dermatite atópica, os banhos quentes e os perfumes. Na psoríase, muitas vezes, uma doença do metabolismo, ligada à resistência à insulina, ao excesso de peso e ao colesterol alto.
Em muitos desses casos, o que aparece na pele é só a ponta de um iceberg. Tratar apenas a superfície deixaria a pessoa doente por dentro, e o problema tende a voltar enquanto o gatilho continua lá. Por isso, o tratamento cuida da pele e, ao mesmo tempo, do que está por baixo: dos hormônios, do metabolismo, da alimentação e da rotina. Quando faz sentido, a Dra. Stephanie soma à consulta de pele os cuidados da nutrologia, com orientação alimentar e suplementação.
A acne é uma doença inflamatória, e as espinhas internas, os nódulos e os cistos que doem por baixo da pele, são as que mais deixam marcas e cicatrizes. Por isso, quanto antes o tratamento começa, melhor: é mais fácil tratar a acne do que tratar a cicatriz. Na maior parte dos casos, o tratamento começa pelo que se passa na pele. Quando só isso não basta, a Dra. Stephanie usa também remédios para tomar e soma suplementos de ação anti-inflamatória, como o zinco, o selênio e a cúrcuma, que ajudam a pele a desinflamar e a evitar marcas.
Na adolescência, a acne pesa mais do que parece. O adolescente tira fotos o tempo todo e se compara com imagens filtradas e editadas, de uma pele que não existe na vida real. Muitos sofrem bullying e, por vergonha, não pedem ajuda, ou nem sabem que a acne tem tratamento. Por isso, vale a atenção dos pais: levar o filho para tratar a acne é um gesto de amor. Na experiência da Dra. Stephanie, os adolescentes ficam muito felizes quando a pele melhora.
Na mulher adulta, a acne costuma ter relação com os hormônios: os ovários policísticos, o pós-parto, as oscilações da idade fértil. Muitas se surpreendem com as espinhas que surgem quando param a pílula, principalmente as antiandrogênicas. A Dra. Stephanie investiga essas causas e também a alimentação, o excesso de açúcar e a inflamação. Nos ovários policísticos, melhorar a resistência à insulina costuma melhorar a acne. E, como na vida adulta a acne pode formar nódulos e manchar a pele, o tratamento costuma ser mais firme e pode incluir antibióticos ou a isotretinoína.
A isotretinoína, conhecida pelo nome comercial Roacutan, é indicada para os casos mais graves: a acne cística e a acne que não melhora com os cremes e os antibióticos. Na experiência da Dra. Stephanie, o resultado costuma ser excelente e duradouro, e a maior parte dos pacientes fica muito satisfeita. O tratamento pede acompanhamento de perto, com retornos e exames de sangue todos os meses.
Ela receita bastante a isotretinoína para homens e, para as mulheres, só com um método contraceptivo rigoroso, porque o remédio pode causar malformações no bebê. Como voltar todo mês pesa no bolso, ela oferece um pacote de acompanhamento com valor mais acessível. A isotretinoína também pode ser usada em doses baixas, uma ou duas vezes por semana, para manter a pele controlada.
As cicatrizes de acne podem melhorar muito, inclusive as mais fundas, como as do tipo ice pick, que parecem pequenos furos na pele. As técnicas de hoje estão bem avançadas, e a Dra. Stephanie trata todos os tipos de cicatriz em várias sessões, combinando diferentes procedimentos. Nem todas desaparecem por completo, mas todos os tipos podem melhorar.
Nem toda mancha é igual, e quem tem tendência a manchar a pele costuma ter mais de um tipo. Por isso, o tratamento começa por descobrir quais são as suas.
Depende dos hormônios. Pode surgir mesmo sem sol, com as variações hormonais, e piora com o sol e o calor. Vai e volta ao longo da vida e costuma ir embora depois da menopausa.
São as marcas escuras que as espinhas deixam, que os médicos chamam de hiperpigmentação pós-inflamatória. Surgem mesmo sem sol e não são culpa de ninguém, mas cutucar ou espremer a pele deixa essas marcas mais escuras e duradouras.
São as que os médicos chamam de melanoses solares. Diferentemente do melasma e das manchas de espinha, dependem muito mais da exposição ao sol do que dos hormônios ou da acne.
Em todos os tipos, o protetor solar é a base do tratamento: é ele que acalma o melanócito, a célula que dá cor à pele, e controla a reação dela ao sol. Quem tem manchas no rosto também se beneficia do protetor com cor ou de uma base de alta cobertura com proteção solar, que formam uma camada a mais sobre a pele.
No melasma, clarear é um trabalho em etapas. Primeiro, a Dra. Stephanie acalma a pele e reconstrói a barreira que a protege; só depois entram os tratamentos que clareiam, como os peelings. Assim, dá para melhorar muito a aparência do melasma e mantê-lo sob controle. Em algumas fases, ele pode voltar a escurecer, sem que isso signifique que o tratamento falhou: não existe solução mágica, e o melasma pede um cuidado contínuo.
Vermelhidão, coceira e descamação podem ter causas bem diferentes, e cada doença pede um cuidado próprio. A consulta mostra qual é a sua, e todas têm tratamento.
A rosácea é uma doença inflamatória que costuma vir de família e deixa a pele reativa e sensível. As bolinhas que surgem no rosto parecem espinhas, mas não são acne, porque não têm cravos, e o tratamento é outro. Nem todo produto serve: alguns, inclusive feitos para rosácea, irritam a pele e pioram o quadro. Para descobrir o culpado, vale suspender o produto suspeito por uns 15 dias e voltar a usá-lo por um a três dias: se a pele piorar de novo, é ele. O tratamento é receitado para a sua pele, com hidratação e proteção solar.
A dermatite atópica costuma começar na infância e pode seguir até a vida adulta. O corticoide tira a pele da crise, mas, se os gatilhos continuam, ela volta a piorar. Por isso, o tratamento afasta os gatilhos, como o banho quente, os perfumes e o amaciante e o sabão perfumados. Em casa, vale ser minimalista e preferir produtos sem cheiro. E a pele precisa de hidratação em abundância, ainda úmida, depois do banho. Hoje há também remédios que regulam o sistema de defesa do corpo e ajudam a manter a doença sob controle.
A psoríase é uma doença inflamatória muitas vezes ligada ao metabolismo, e pode ser um dos primeiros sinais da resistência à insulina. Por isso, quem tem psoríase nunca sai da consulta com a Dra. Stephanie levando só uma pomada: ela pede exames de sangue, cuida do metabolismo e orienta a atividade física. Na experiência dela, é cuidando do metabolismo que, na maioria dos casos, se consegue manter a psoríase sob controle. Às vezes, a psoríase começa no couro cabeludo, com placas que muita gente confunde com caspa, e só depois aparece no corpo.
A dermatite seborreica causa descamação no rosto, nas sobrancelhas, na barba, no nariz, nas orelhas e no couro cabeludo. Tem forte relação com fungos, às vezes com um ácaro que vive na pele, o Demodex, e, em alguns casos, com o excesso de açúcar no sangue. Costuma andar junto com a rosácea. O tratamento usa remédios que acalmam a pele, e, em alguns casos, a Dra. Stephanie pede exames para verificar se há alguma inflamação no corpo.
A pinta que você tem desde sempre e que continua igual é uma pinta para acompanhar. O que pede atenção são as pintas que fogem desse padrão, e o ABCDE ajuda a reconhecê-las.
O ABCDE dá um norte para você observar as suas pintas. Vale procurar ajuda quando uma pinta tem um destes sinais:
A de assimetria: as duas metades da pinta não são iguais.
B de bordas: a borda é irregular, recortada ou borrada.
C de cores: a pinta tem mais de uma cor, como marrom, preto e azul-acinzentado.
D de diâmetro: a pinta tem mais de 6 milímetros, mais ou menos o tamanho da borracha de um lápis.
E de evolução: a pinta cresce, escurece ou muda de aspecto com o tempo.
Em cada desenho, à esquerda, uma pinta comum; à direita, o sinal de alerta.
Na consulta, a Dra. Stephanie examina as pintas com o dermatoscópio, que mostra sinais invisíveis a olho nu: alguns tranquilizam, outros acendem um alerta, como certas cores e áreas sem estrutura. Ela fotografa as pintas, principalmente as imagens do dermatoscópio, e registra o que viu em cada uma, para comparar a evolução nos retornos. É o mapeamento das pintas, feito foto a foto. Quando é indicado o mapeamento digital do corpo inteiro, feito com aparelho próprio, ele é feito em outra clínica.
A biópsia fica para quando há suspeita, como uma pinta que cresce rápido ou lembra um melanoma, por menor que seja. Quando a pinta é grande e não tem sinais preocupantes, ela prefere acompanhar, para poupar a pele. A avaliação de todas as pintas do corpo entra na própria consulta.

O dermatoscópio é uma espécie de microscópio de bolso: amplia muitas vezes a imagem da pele e tem luzes especiais. Uma delas, a luz polarizada, mostra estruturas mais profundas, que dão pistas para o diagnóstico. Por isso, o exame é muito importante na avaliação das pintas e do câncer de pele, e ajuda também no diagnóstico das doenças de pele e de cabelo.
A dermatoscopia faz parte de todas as consultas da Dra. Stephanie, e muitas vezes ela fotografa o que vê para mostrar a você. O aparelho amplia a imagem, mas quem faz o diagnóstico é o olhar de quem examina.
Se uma pinta preocupa você, vale avaliar logo: você fica mais tranquilo do que convivendo com a dúvida.
Agendar consulta pelo WhatsAppA primeira consulta tem até uma hora e meia reservada para você. Nem sempre leva todo esse tempo, porque depende da sua queixa, mas permite fazer tudo com calma: conversar, examinar e explicar.

Muita gente chega à consulta depois de gastar com produtos que viu na internet ou que alguém indicou, e que não resolveram ou até pioraram a pele. O que funcionou para outra pessoa pode não servir para você, e a consulta médica ajuda a filtrar o excesso de vozes das redes sociais.
O plano é montado para a sua pele. Pode incluir remédios de passar e de tomar, manipulados ou prontos de farmácia, e suplementos, que ajudam muito quando são receitados de forma direcionada. Quando faz sentido, a Dra. Stephanie indica também uma máscara de LED para usar em casa. Os procedimentos no consultório entram só quando o seu caso pede.
Na experiência da Dra. Stephanie, os pacientes se impressionam com a pele mais bonita e viçosa. Muitos passam a sair sem maquiagem, ou sentem que a maquiagem assenta melhor.
A rotina começa pelo seu tipo de pele e pelas condições que você tem. Quem não tem nenhum problema de pele recebe o básico; quem tem, recebe os passos de que a pele precisa:
Com produtos suaves, como géis e óleos de limpeza, em vez de sabonetes agressivos, na frequência que a sua rotina pede.
Escolhida para o seu tipo de pele, para não piorar nenhum problema de base.
Todos os dias, com o protetor adequado à sua pele.
O produto receitado para a sua condição; às vezes, dois produtos trabalham juntos e somam o efeito.
A Dra. Stephanie prefere rotinas enxutas, porque o excesso de produtos irrita a pele, mas se adapta ao que você gosta: a rotina pode ter mais passos, ser coreana, vegana ou de fórmula limpa. Se você já tem produtos em casa, ela tenta aproveitá-los, e o valor dos produtos se ajusta ao seu orçamento. Você sai com a rotina escrita, como uma receita, e, quando possível, com amostras para testar.
Dá para usar maquiagem mesmo durante o tratamento da acne ou das manchas, desde que ela seja removida com cuidado no fim do dia: primeiro com água micelar, óleo de limpeza ou demaquilante, e depois com um produto de limpeza suave.
O peeling químico é o procedimento que a Dra. Stephanie mais faz. Ele ajuda na acne, nos cravos, nas manchas e nas rugas, e ela escolhe o tipo de peeling pelo que a sua pele precisa. Ela faz peelings de ácido salicílico, de ácido retinoico, de ácido kójico e de ATA, além de um peeling coreano de última geração.
É indicado para acne, cravos e os filamentos do nariz e do queixo, que ele praticamente remove, e também para quem quer um efeito glow rápido. Leva no máximo 20 minutos, e as sessões são semanais ou quinzenais, até a acne melhorar.
Também é um peeling superficial, feito em série, geralmente em três sessões. Leva um pouco mais que o de ácido salicílico e permite voltar à rotina logo depois.
É derivado do ácido salicílico, muito leve e seguro: quase não arde e, na maior parte das pessoas, não descama. A maior parte das pessoas pode se beneficiar dele, que custa mais que os outros peelings.
São feitos com ATA (ácido tricloroacético), chegam a camadas mais profundas da pele e ajudam a tratar rugas marcadas e, em alguns casos, o melasma. Pedem cuidados mais rigorosos depois e um intervalo de uns três meses entre as sessões.
Os peelings superficiais, em geral, não doem: no máximo, dão uma ardência leve, que a Dra. Stephanie alivia com um ventinho e com pomadas. Você volta às atividades na hora e só precisa ficar uns 15 dias sem pegar sol e 24 horas sem maquiagem. Antes do peeling, a pele é preparada com alguns produtos: a Dra. Stephanie os receita na consulta ou, se você já usa algum, confere se ele combina com o peeling.
No consultório, a Dra. Stephanie faz também microagulhamento, biópsias, a retirada de cistos, pintas e outras lesões, a cauterização de verrugas, infiltrações em queloides e cicatrizes e a aplicação de toxina botulínica para o suor excessivo.
Não diretamente. O leite só piora a acne de quem tem sensibilidade a ele. Já o excesso de açúcar aumenta o risco de resistência à insulina, e quem tem resistência à insulina tende a ter mais acne. A Dra. Stephanie não costuma tirar alimentos da dieta, a não ser que a pessoa perceba um gatilho claro.
Espremer faz mal. Sem a técnica certa, a pessoa empurra a inflamação para dentro da pele e rompe a barreira que o próprio corpo formou em volta dela. Assim, uma espinha superficial pode virar um nódulo ou um cisto. A limpeza de pele periódica ajuda, junto com remédios que amolecem os cravos. Ela é feita por esteticista; no consultório, a Dra. Stephanie trata os cravos com esses remédios e com peelings, como o de ácido salicílico.
Quando é tomado com acompanhamento médico, não. Os retornos e os exames mensais permitem acompanhar cada efeito, e, feito assim, o tratamento é considerado seguro. O perigo está no uso por conta própria, com remédio comprado de forma ilegal ou receitado para outra pessoa.
Não. A pílula, principalmente a antiandrogênica, esconde a acne enquanto é tomada, porque reduz os hormônios que a provocam. Quando a mulher para de tomá-la, a acne volta. O que trata a acne é chegar à causa do problema, que pode ser a resistência à insulina, a inflamação na raiz dos pelos, um desequilíbrio dos micro-organismos da pele ou uma tendência natural da pessoa.
Em dia nublado, sim: se estiver calor, o sol pode ativar o melasma mesmo com o céu encoberto. Dentro de casa, os estudos divergem. Se você gosta de usar, pode usar; se não, use o protetor rigorosamente sempre que sair. E escolha um protetor adequado ao seu tipo de pele.
Não necessariamente. Muitos produtos caros não entregam mais do que produtos baratos, e a Dra. Stephanie escolhe cada produto pelo resultado, e não pelo preço. Por isso, mesmo para quem pode gastar mais, ela mistura produtos de valores diferentes. Os produtos coreanos são um exemplo: muitos investem em pesquisa e, ainda assim, custam pouco, porque lucram vendendo em grande quantidade.
Funcionam quando são receitados de forma direcionada. O colágeno em peptídeos, forma que o corpo absorve melhor, ajuda a fortalecer a pele e pode entrar a partir dos 30 ou 40 anos. Ele não vai só para a pele, porque se distribui pelo corpo todo, mas uma parte chega a ela. Já tomar vitaminas por conta própria, de uma caixinha qualquer, pode desequilibrar os minerais do organismo.
As duas têm controle. O tratamento contém o avanço e a gravidade das crises, e a doença pode até entrar em remissão, sem sinais por um bom tempo. O que elas não têm é cura, e as crises podem voltar. Na dermatite atópica, por exemplo, uma crise pode vir depois de um produto que agride a pele. Na psoríase, ela pode voltar quando os hábitos saudáveis se perdem e o metabolismo volta a adoecer.
Depende da condição e do grau. Na acne, nas manchas, no melasma e na rosácea, a melhora costuma começar no fim do primeiro mês e ficar bem visível por volta do terceiro. Na dermatite atópica, a resposta costuma vir em uma ou duas semanas. Na psoríase, a melhora vem em uns dois meses, e depois o tratamento segue como manutenção. Melhorar, aqui, não quer dizer sumir por completo: é a diferença em relação ao começo do tratamento.
Evite fazer procedimentos na pele logo antes da consulta. Se puder, vá sem maquiagem; se não der, ela é retirada no consultório. Leve os produtos que você usa, ou uma lista deles, os remédios e tratamentos que já fez e os exames dos últimos três meses. Se tiver fotos da pele nos piores momentos, leve também.
Dá, mas nem sempre tudo cabe no mesmo dia. A primeira consulta de cabelo é longa e costuma ser dedicada só ao cabelo, e a pele entra depois, muitas vezes no retorno. Quem já trata o cabelo com a Dra. Stephanie pode voltar para cuidar da pele, montar a rotina de skincare ou avaliar uma pinta, pelo mesmo valor de consulta.
Pode, principalmente o acompanhamento. Antes da consulta on-line, você envia fotos da pele, tiradas com luz natural, num ambiente bem iluminado, e descreve a lesão. A consulta presencial, com o dermatoscópio, permite um exame mais completo, mas, se você preferir, a on-line também é possível.
A consulta custa R$ 780, com até uma hora e meia reservada para você. Ao marcar, você paga uma taxa de agendamento de R$ 150, que é descontada da consulta; no dia, faltam R$ 630. O retorno custa R$ 390. A dermatoscopia e a avaliação de todas as pintas estão incluídas. Os procedimentos são cobrados à parte, conforme o que for feito: vão de R$ 350, como a cauterização de uma verruga, a R$ 1.500 ou mais, como um peeling médio ou profundo, e o valor exato é informado na consulta. A biópsia custa R$ 1.320, já com a análise do laboratório; a retirada de uma lesão grande inteira pode custar de R$ 2.000 a R$ 2.500. O pagamento pode ser feito em até 12 vezes no cartão, e o parcelamento está sujeito à taxa de juros da máquina.
A consulta é particular. Você recebe nota fiscal e pode pedir o reembolso ao seu plano, conforme as regras dele. Se o plano pedir, a Dra. Stephanie faz também um relatório médico.
Toda beleza começa na sua saúde.

Dra. Stephanie Mansan
MÉDICACRM-SP 243253
A relação da Dra. Stephanie com a pele começou pela própria. Desde pequena, ela convive com a dermatite atópica, que atingia sobretudo as mãos e piorava com o estresse da adolescência. Vieram depois a acne, que chegou a ser cística e a pedir isotretinoína, e o melasma, que o sol das praias do Rio de Janeiro agravava. Ela conhece de perto a vergonha e o estigma de ouvir que aquilo podia ser contagioso. Com as dermatologistas que cuidaram dela, aprendeu que hidratar a pele e proteger a barreira dela, todos os dias, é o que mais faz diferença, e ensina o mesmo aos pacientes até hoje.
Na adolescência, trabalhou também como maquiadora. Ali aprendeu a ver o que valoriza cada rosto e percebeu, na própria pele e na das clientes, que os produtos mais sofisticados nem sempre têm a melhor composição, e que muitos irritam a pele. Desde então, prefere fórmulas suaves e a beleza natural, que segue sendo o estilo dela na Medicina.
Formada em Medicina pela UFRJ, ela integrou, na faculdade, a Liga Acadêmica de Dermatologia. Ainda estudante, ia por conta própria, depois do expediente, acompanhar os atendimentos e as cirurgias de pele do Hospital Rocha Maia e a equipe de residentes de Dermatologia do Hospital da Lagoa, no Rio. Depois de formada, fez a pós-graduação em Dermatologia pela Afya Educação Médica, um curso diferente da residência médica, que é o caminho para o título de especialista. Na pós, aprofundou o estudo das doenças de pele, primeiro na parte clínica e só depois na estética. Hoje cursa a pós-graduação em Nutrologia e continua estudando a fundo cada caso que recebe.
Conheça a Dra. Stephanie e as outras áreas em que ela atende“Não é porque você já usou de tudo que a sua pele não tem solução. Muitas vezes, você só não usou o que era adequado para você. É possível resolver muitos problemas de pele e melhorar bastante.”
Rua Vilela, 665, 8º andar (Livance), Tatuapé, São Paulo/SP - próximo ao Metrô Carrão.
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