Cabelo caindo ou afinando? Coceira e caspa no couro cabeludo? A Dra. Stephanie investiga a causa e monta um tratamento feito para você.
Dra. Stephanie Mansan
MÉDICACRM-SP 243253
Agendar consulta pelo WhatsAppQualquer um destes sinais já é motivo para uma consulta. Você não precisa saber o que tem: a investigação começa pelo que você nota.
Você vê fios no ralo do chuveiro, na escova e pela casa, e já tem medo até de lavar o cabelo.
Você não vê o cabelo cair, mas ele está mais ralo, sem o volume de antes, e o couro cabeludo começa a aparecer na risca.
Você nota as entradas avançando ou o couro cabeludo aparecendo no alto da cabeça, o que muitas vezes só se percebe numa foto.
Você encontra uma área sem cabelo, muitas vezes arredondada, ou percebe que um tufo caiu e deixou uma falha.
Você sente o couro cabeludo coçar e descamar, com caspa ou cascas, e o xampu anticaspa não resolveu.
Você nota espinhas, feridas ou crostas no couro cabeludo e desconfia de uma infecção.
Ver o cabelo cair assusta. Mas a queda tem uma causa, e descobrir essa causa é o primeiro passo para tratar.
Cada fio de cabelo cresce por um tempo, para de crescer, cai e dá lugar a um fio novo. Quando o corpo passa por um abalo, muitos fios param de crescer ao mesmo tempo. É o que acontece na queda de cabelo pós-parto e também depois de uma cirurgia, de uma doença, de uma dieta muito restrita ou de um período de muito estresse.
Só que esses fios não caem na hora: começam a cair de um a três meses depois. Por isso, a queda de hoje muitas vezes vem de algo que aconteceu meses atrás, e pode continuar por um tempo mesmo depois que o abalo passou. Os médicos chamam essa queda de eflúvio telógeno.
Na maior parte dos casos, a queda de cabelo melhora. Às vezes, ela passa sozinha em cerca de seis meses. Muitas vezes, porém, se arrasta por mais tempo, e aí precisa de tratamento. Por isso, se o seu cabelo já está caindo há meses, vale investigar. Na consulta, a Dra. Stephanie procura o que está mantendo a queda, como falta de vitaminas e minerais, alguma doença ou algum remédio que você esteja tomando, e trata a causa que encontrar.
Se o seu cabelo começou a cair depois que você emagreceu, isso é muito comum, principalmente com as canetas emagrecedoras. É uma das situações que a Dra. Stephanie mais atende: houve um período em que metade dos pacientes dela chegava com queda de cabelo depois de usar as canetas.
Isso acontece por dois motivos. A perda de peso rápida, por si só, já pode fazer o cabelo cair. E, com menos fome, a pessoa passa a comer bem menos do que estava acostumada, principalmente carne, ovos e outras fontes de proteína, e o corpo fica sem o que precisa para manter o cabelo na cabeça.
Você não precisa abrir mão do emagrecimento. A Dra. Stephanie mantém a caneta e acrescenta suplementos e remédios que ajudam a segurar o cabelo, e ele costuma melhorar. O ideal é cuidar das duas coisas ao mesmo tempo: do emagrecimento e do cabelo.
Na calvície, os fios vão nascendo cada vez mais finos, até o couro cabeludo começar a aparecer. Os médicos chamam a calvície de alopecia androgenética, e ela tem tratamento, nos homens e nas mulheres.
Nos homens, a calvície aparece nas entradas e no alto da cabeça, a coroa. E dá para ir muito longe sem transplante: em muitos casos, o tratamento é feito em casa, só com remédios, sem aplicações no couro cabeludo, e a coroa costuma responder rápido. Se você tem receio de algum remédio, há outras formas de tratar.
Nas mulheres, muitas vezes o cabelo nem parece cair: ele só vai ficando ralo, e o couro cabeludo aparece cada vez mais na risca. Os médicos chamam esse quadro de alopecia de padrão feminino. Depois da menopausa, a queda também é muito comum, por causa das mudanças nos hormônios e da perda de colágeno dessa fase.
Queixas parecidas podem ter causas diferentes. Uma queda comum pode ser confundida com calvície, e os remédios para calvície não servem para ela. Além disso, uma mulher que pode engravidar não recebe o mesmo tratamento que um homem. Por isso, na consulta com a Dra. Stephanie, o diagnóstico vem antes da receita, e o tratamento olha também para a inflamação e os hormônios, que pesam no resultado.
A primeira consulta é longa. A Dra. Stephanie reserva até uma hora e meia para você, porque descobrir a causa da queda leva tempo.

A tricoscopia é o exame do couro cabeludo e dos fios feito com o dermatoscópio, uma espécie de microscópio de mão, com luz própria, que aumenta a imagem muitas vezes. Com ele, a Dra. Stephanie olha de perto a raiz de cada fio, o buraquinho de onde ele nasce, e encontra sinais que não se veem a olho nu. Ela vê, por exemplo, se as cascas no couro cabeludo vêm da psoríase ou da dermatite seborreica, se os fios estão afinando como na calvície e se há sinais de doenças que deixam cicatriz no couro cabeludo.
Muitos diagnósticos saem ali mesmo, na consulta. Outros pedem exames, biópsia ou algum tempo de acompanhamento. O exame não dói nada e é rápido: leva no máximo uns 20 minutos. A Dra. Stephanie fotografa o que encontra e mostra as fotos a você, para que você entenda o que está acontecendo com o seu cabelo.
Talvez você já tenha tentado o salão, um terapeuta capilar ou produtos de farmácia. A consulta médica reúne tudo o que o tratamento da queda precisa: exames de sangue completos e remédios que só o médico pode receitar, como o minoxidil oral e a dutasterida. Reúne também suplementos em doses de tratamento, ajustadas pelos exames, a biópsia, quando é preciso, e a leitura da tricoscopia por quem conhece as doenças do couro cabeludo.
Muita gente chega à consulta depois de meses tentando resolver a queda por conta própria e se surpreende com o que a investigação encontra. Enquanto a causa não é tratada, a queda pode continuar.
Falhas, coceira, caspa, espinhas e crostas podem vir de doenças do couro cabeludo. Muitas delas se parecem entre si, e a consulta, com a tricoscopia e, quando preciso, a biópsia, mostra qual é a sua. Todas têm tratamento.
É a famosa caspa: descamação e crostas amareladas no couro cabeludo, que têm relação com alguns fungos e ácaros que vivem ali. Quando o xampu anticaspa não resolve, a Dra. Stephanie trata com remédios que acalmam o couro cabeludo.
É uma inflamação que forma cascas grossas e secas no couro cabeludo, tão brancas que chegam a parecer prateadas, com a pele vermelha por baixo. Muitas vezes está ligada a problemas do metabolismo, como o excesso de peso, o açúcar alto no sangue e o colesterol alto, e por isso o cuidado vai além do couro cabeludo.
Aparece como falhas sem cabelo, em geral redondas, como buracos na cabeça. Às vezes, em vez de falhas, a perda de cabelo se espalha pela cabeça. O tratamento regula o sistema de defesa do corpo, e, em boa parte dos casos, o cabelo volta a crescer por completo.
É uma irritação do couro cabeludo provocada por algum produto ou procedimento, como um xampu, uma tintura ou uma progressiva. Na consulta, a Dra. Stephanie procura o que causou a irritação, para que você não repita a exposição, e trata o couro cabeludo.
É uma infecção em que bactérias inflamam a raiz dos fios. Aparecem espinhas e crostas no couro cabeludo, os fios passam a nascer alterados e, com o tempo, podem parar de nascer em algumas áreas. Por isso, quanto antes ela for tratada, melhor: o tratamento controla a infecção e interrompe a perda de cabelo.
É uma doença autoimune, em que o sistema de defesa do corpo ataca a pele e causa lesões que vão tomando o couro cabeludo. É uma doença séria, mas, na maior parte das vezes, as lesões regridem por completo com o tratamento.
Não existe fórmula pronta para queda de cabelo. O plano é montado para você, a partir da sua história e dos seus exames. Ele pode incluir remédios para tomar ou para passar no couro cabeludo, suplementos na dose que os seus exames pedem, remédios que acalmam o couro cabeludo e orientações escritas para o sono, a alimentação e a rotina. Você já sai da primeira consulta com as primeiras orientações e, quando indicado, com a primeira receita.
Na experiência da Dra. Stephanie, a primeira mudança costuma vir na própria consulta: quando a pessoa entende o que está acontecendo e o que esperar dos próximos meses, a ansiedade diminui. Com o tratamento, os pacientes contam que o cabelo parou de cair, que voltou a crescer e a ficar cheio e que o couro cabeludo deixou de aparecer. Voltam a lavar o cabelo todos os dias, sem medo, e ficam mais confiantes. E, como o cuidado inclui o sono, o intestino e a alimentação, muitos contam que a melhora foi além do cabelo.
O primeiro retorno é marcado logo depois dos exames. Nele, com cerca de uma hora reservada para você, a Dra. Stephanie explica cada resultado e ajusta o plano. Depois, os retornos seguem o ritmo do seu caso: a cada dois a quatro meses enquanto as vitaminas e os minerais são repostos, e a cada seis meses quando o cabelo se estabiliza. Em cada retorno, as fotos da primeira consulta são comparadas com as de agora, e você vê a evolução com os próprios olhos. Se algum remédio não der certo ou causar algum efeito indesejado, ele é trocado: você não precisa insistir num tratamento que não está funcionando. Se preferir, os retornos podem ser online.
A mesoterapia capilar leva remédios, vitaminas, minerais e fatores de crescimento direto ao couro cabeludo, em aplicações bem pequenas. A mistura é escolhida para o seu diagnóstico: quem tem calvície recebe uma, quem tem dermatite seborreica recebe outra, e a mesma pessoa pode receber misturas diferentes ao longo do tratamento. A Dra. Stephanie também faz o MMP, uma técnica parecida, em que a medicação entra por microagulhamento.
Antes das aplicações, ela usa anestésico no couro cabeludo, e, como ela diz, dói um pouco, mas nada de outro mundo. A sessão leva de 20 a 40 minutos, e você volta às suas atividades no mesmo dia. O ideal são 10 sessões, a cada 15 dias, mas o intervalo pode ser maior, se você precisar.
Para a Dra. Stephanie, a mesoterapia pode fazer bem a quase todo mundo que tem queda de cabelo. Mas ela é sempre uma opção a mais, e não uma obrigação: você pode fazer só a consulta e seguir o tratamento em casa.
As fotos são de pacientes da Dra. Stephanie, tiradas no consultório antes e depois do tratamento, sem retoques. O cabelo leva tempo para responder, e cada caso tem o seu ritmo: as fotos abaixo mostram um, quatro e seis meses de tratamento. O quanto o cabelo melhora depende da causa, do grau da queda e da resposta de cada pessoa, e o plano é feito para o seu caso.
Antes
Um mês depois
Antes
Quatro meses depois
Antes
Seis meses depois
Antes
Seis meses depoisNão. Lavar o cabelo todos os dias não aumenta a queda e ainda ajuda a evitar a dermatite seborreica, a caspa. Quando você já está com queda, vê no banho os fios que iam cair de qualquer jeito. Deixar de lavar não segura esses fios: eles só se acumulam e aparecem todos juntos na lavagem seguinte.
Depende. A tintura só faz o cabelo cair em quem tem alergia a ela, e as tinturas naturais, como a henna, e as sem amônia e sem água oxigenada costumam não fazer o cabelo cair. Já o alisamento, como a progressiva, é mais agressivo e pode, sim, provocar queda. Alguns tipos de alisamento irritam menos o couro cabeludo, como os feitos com tioglicolato, mas todos podem fazer o cabelo cair.
Pode ser, mas só os exames dizem. A biotina só resolve em quem tem falta de biotina e, sozinha, não trata a queda. O polivitamínico de farmácia também costuma não bastar, porque as doses dele são pensadas para servir a todo mundo, e não para repor o que falta em você. E tomar vitaminas por conta própria tem riscos: o excesso de zinco pode baixar o cobre do corpo, e o excesso de vitamina A ou E pode piorar a queda. Por isso, a Dra. Stephanie dosa as vitaminas e os minerais nos exames e receita só o que você precisa, na dose certa.
Sozinho, não. Ele pode até ajudar como complemento, mas não é a base do tratamento. Se o orçamento estiver apertado, o xampu pode ficar para depois: o importante é tratar a causa da queda.
Funciona, sim. E você não perde tudo ao parar, desde que a causa da queda tenha sido tratada e que a retirada seja gradual, com orientação médica. O que não se deve fazer é parar de uma vez: o minoxidil mantém os fios na fase de crescimento, e a interrupção brusca pode trazer a queda de volta. Nos primeiros meses, ele também pode aumentar a queda antes de melhorar, e isso é esperado.
Esse é um dos maiores receios dos homens. Na experiência da Dra. Stephanie, nenhum paciente dela se queixou de impotência causada por remédios como a finasterida e a dutasterida: quem se queixou já tinha o problema antes. Se aparecer algum efeito indesejado, a dose é reduzida aos poucos. Para quem prefere evitar esses remédios, há opções mais leves, que saem do corpo mais rápido.
Depende da causa, e o tratamento pede um pouco de paciência. Quando o problema é queda, ela costuma diminuir entre três e quatro meses. Os fios novos começam a nascer já no primeiro mês, tão pequenos que só aparecem na tricoscopia. Por volta do terceiro ou do quarto mês, surgem os fiozinhos arrepiados, e o cabelo fica mais cheio entre seis e doze meses. Para ele voltar a ficar comprido, a ponto de fazer um rabo de cavalo, leva pelo menos um ano, às vezes dois ou mais. Na calvície, a melhora começa em cerca de quatro meses, com os fios finos sendo trocados por fios mais grossos, e a troca costuma estar praticamente completa aos doze meses. O quanto o cabelo melhora depende do grau da calvície.
A maior parte das quedas de cabelo tem cura e melhora por completo. A calvície não tem cura, mas tem tratamento: dá para controlá-la a ponto de parecer que não há nada. É como a pressão alta: ela continua ali, e o tratamento precisa continuar também.
Depende do grau da calvície e do resultado que você espera. Em geral, o transplante entra na conversa quando a perda de cabelo já é grande, quando as entradas são muito extensas ou quando o tratamento não trouxe a melhora esperada. Antes da cirurgia, qualquer doença ativa do couro cabeludo precisa estar controlada. A Dra. Stephanie também faz transplante de cabelo, de sobrancelhas e de barba. A cirurgia depende de uma consulta prévia, que verifica se ela é mesmo indicada para você, e da disponibilidade de agenda.
Sim. Ela atende mulheres, homens, crianças e adolescentes.
A consulta é particular, e você recebe nota fiscal para pedir o reembolso ao seu plano, conforme as regras dele. Se o plano pedir, a Dra. Stephanie também faz um relatório médico.
Toda beleza começa na sua saúde.

Dra. Stephanie Mansan
MÉDICACRM-SP 243253
A Dra. Stephanie é médica formada pela UFRJ, com pós-graduação em Dermatologia, curso de Tricologia e curso de transplante de cabelo, sobrancelhas e barba, e cursa a pós-graduação em Nutrologia. Na Tricologia, o que a encantou foi a possibilidade de cuidar do cabelo junto com a pele, os hormônios e a saúde da pessoa inteira. Ela se dedica a resolver cada caso: investiga a fundo e só então monta o tratamento.
Para ela, o transplante é um complemento essencial desse cuidado, porque, em alguns casos, só o tratamento clínico não basta.
Conheça a Dra. Stephanie e as outras áreas em que ela atende“Não deixe de procurar ajuda. Muitas vezes, o seu problema tem solução, e uma solução melhor do que você imagina. Mas, quanto mais você adia o tratamento, mais fios perde e mais difícil fica recuperar o cabelo. É importante descobrir o que você tem, porque tempo é cabelo.”
Rua Vilela, 665, 8º andar (Livance), Tatuapé, São Paulo/SP - próximo ao Metrô Carrão.
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